Blog destinado a qualquer assunto que possa despertar o interesse de mentes curiosas, tendo Pedro Abelardo (1079 a 1142 d.C.) como patrono e inspirador. Ah, e dedicado a Heloísa, claro.
sábado, 8 de outubro de 2022
Todas as famílias da Terra
domingo, 22 de maio de 2022
Completar a corrida — Carruagens de Fogo
Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. — 2 Timóteo 4:7
"Cada um corre do seu jeito. E de onde vem o poder para chegar ao fim da corrida? Vem de dentro. Jesus disse: 'Eis que o Reino de Deus está dentro de vós. Se de todo o vosso coração me buscardes verdadeiramente, certamente me encontrareis.' Se você se comprometer com o amor de Cristo, então você correrá com retidão." — Eric Liddell
RIP Vangelis.
sexta-feira, 20 de maio de 2022
"Deus primeiro que o rei!" — Carruagens de Fogo
O filme Carruagens de Fogo conta a história de dois heróis britânicos: Harold Abrahams, judeu para quem correr era o meio de se afirmar numa Inglaterra onde o antissemitismo ainda prevalecia; e Eric Liddell, missionário e atleta escocês para quem correr era um modo de glorificar a Deus.
O nome do filme inspira-se num poema que faz alusão a 2 Reis 2:11 e, especialmente, a 2 Reis 6:17:
Então Eliseu orou: "Ó Senhor, abre os olhos dele, para que veja". O Senhor abriu os olhos do servo, e ele viu as colinas ao redor de Eliseu cheias de cavalos e carruagens de fogo.
A história em si é magnífica, mas é impossível acreditar que ela seria tão superlativa se não contasse com a inigualável trilha sonora composta por Vangelis, aliás também vencedora do Oscar® em sua categoria.
Quem viu não esquece. Quem ouviu, menos ainda.
RIP Vangelis.
sábado, 26 de fevereiro de 2022
Meia dúzia de homens bons
Men full of compassion, who laugh and love and cry
Men who'll face eternity and aren't afraid to die
Men who'll fight for freedom and honor once again
He just needs a few good men.
Em junho de 2005, Marcus Luttrell e mais três colegas das forças especiais dos Estados Unidos estavam numa montanha do Afeganistão, tentando confirmar a presença de um líder talibã numa aldeia logo abaixo, quando foram descobertos por três pastores de cabras. O que fazer? Matar três pessoas inocentes era errado, mas, se aqueles pastores ficassem vivos, poderiam denunciá-los ao Talibã. Os soldados preferiram arriscar fazendo a coisa certa, poupando a vida de três prováveis inocentes. Erraram.
Os pastores os denunciaram, como eles temiam, e logo os quatro estavam cercados de inimigos implacáveis. A base de operações, do outro lado da montanha, no Paquistão, estava então sem helicópteros de combate. Os colegas de Marcus Luttrell e sua equipe partiram da base em dois helicópteros de resgate, numa tentativa desesperada de salvar os companheiros. Incapazes de se defender, as duas naves sofreram pesado ataque dos talibãs. Uma foi abatida, matando seus 16 tripulantes; a outra teve de retornar à base para não ter o mesmo fim. No combate, os três companheiros de Luttrell morreram. Luttrell conseguiu fugir.
Perseguido pelo Talibã e às portas de uma morte certa, Luttrell foi encontrado e acolhido pelo morador de outra aldeia. Mais tarde, os aldeões preferiram confrontar o Talibã a faltar com seu dever sagrado de proteger um estrangeiro abrigado sob o teto deles. Um ancião atravessou um vale entre as montanhas para informar a situação aos americanos. Luttrell foi finalmente resgatado. Até hoje, ele e o aldeão que o salvou são amigos.
Não, eu não espero que trezentos bravos liderados por Gideão derrotem o poderio nuclear da Rússia de Putin. Mas enquanto houver no mundo homens como os que arriscaram a vida — e os que a perderam! — para resgatar amigos em apuros; enquanto houver homens como Mohammad Gulab (o aldeão que salvou Luttrell); enquanto houver homens como o próprio Luttrell e sua ínfima equipe, capazes de arriscar a própria vida para fazer o que é certo, abstendo-se de cometer grave injustiça contra um possível inimigo, o Bem manterá firme seus pés sobre a Terra. Deus só precisa de uma meia dúzia de homens bons.
A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que, no íntimo da alma, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus. — Ellen G. White
quarta-feira, 6 de outubro de 2021
Histórias da gente Brasileira: Império - Volume 2
quarta-feira, 12 de maio de 2021
Rivers of Babylon – Um anseio de liberdade
Junto aos rios da
Babilônia nós nos sentamos e choramos com saudade de Sião.
Ali,
nos salgueiros penduramos as nossas harpas;
ali os nossos
captores pediam-nos canções, os nossos opressores exigiam canções
alegres, dizendo: “Cantem para nós uma das canções de
Sião!”
Como poderíamos cantar as canções do Senhor numa
terra estrangeira?
Salmo
137:1-4
Esta é a história de uma descoberta. A descoberta de uma canção. Uma descoberta bastante gradual, surpreendente e, afinal, gratificante. Mais. Gratificante é pouco. Ouso dizer, porque é verdade, tocante. Ao menos pra mim.
Tudo começou quando o Spotify me trouxe uma música que eu não ouvia desde a minha infância e de cuja existência eu nem lembrava mais: Rios da Babilônia, interpretada por Perla.
Grata surpresa, pois se trata de linda música, que entrou imediatamente pra meu acervo de músicas “curtidas”. Puxada por ela, não demorou muito pra que eu me deparasse com sua original: Rivers of Babylon, interpretada pelo grupo Boney M.
Ocorre que eu ouvia essa música em inglês imaginando ouvir o que Perla dizia em sua versão. Não tenho ouvido muito bom, então não entendo o que ouço em inglês a menos que me concentre, e olhe lá. E a verdade é que eu só tinha a oportunidade de ouvir essa música enquanto dirigia, quando era impossível dedicar a qualquer letra a devida atenção. Eu me limitava a pensar: como uma letra tão breguinha pode estar embalada numa música tão linda? Até que me deparei, por acaso, com um vídeo que revelava: essa música, que fez tanta gente dançar quarenta anos atrás, tem a letra extraída de dois salmos da Bíblia! Quando eu fui conferir, tomei um choque! Por que um grupo de estética tão discotheque cantaria um salmo? Conferindo o primeiro salmo citado na letra, a coisa toda tomou outra dimensão pra mim. Mas explicar isso requer um pouco de História.
No continente americano, os negros nunca tiveram muita dificuldade em galgar posições no mundo artístico, ao menos quando a arte em questão é a música. Negro spiritual, gospel, blues, jazz, rock, reggae, samba. A lista é longa. Mas essa aceitação de arte e de artistas negros nada tem a ver com atribuir aos negros, enquanto pessoas, o status de igualdade em relação ao seu público, majoritariamente branco. É que a profissão de artista carrega, desde muitos séculos antes de nós, a marca da subalternidade. Quando separada de suas funções sagradas, ligadas ao culto – pagão ou cristão, tanto faz – a arte sempre esteve a serviço de uma aristocracia opulenta. Músicos, pintores, escultores, arquitetos, não eram artistas no sentido moderno que damos à palavra. Eram serviçais. Estavam mais para artesãos, trabalhando sempre para atender à demanda e ao gosto do nobre que os sustentava, ou que lhes encomendava algum serviço avulso. Na música, especificamente, Beethoven foi o primeiro grande compositor a romper com esse modelo. Ele foi um dos primeiros artistas, isto é, uma pessoa dedicada a usar a arte como meio de expressão pessoal, e a assumir os riscos de se sustentar por conta própria, expondo-se à possibilidade de ver sua arte rejeitada pelo público, cujo gosto poderia destoar do seu.
Ocorre que essa independência artística sempre foi privilégio de poucos. O próprio Beethoven pagou um alto preço – em pobreza e ostracismo – por ela. Nos séculos 19 e 20, os artistas continuaram a ser vistos como serviçais, não mais da nobreza, mas da nova elite, a burguesia. E isso valia, mais que tudo, para os artistas ligados ao entretenimento: músicos, atores e dançarinos. Não era vergonha nenhuma contratar uma banda para animar sua festa, ou uma trupe de atores, ou vê-los atuar no teatro, no cinema, ou ouvir cantores e instrumentistas no rádio ou na vitrola. Mas pessoas “de família” evitavam essas profissões. Isso era coisa pra gente “da vida” ou, na melhor hipótese, para subalternos.
É aqui que nossa canção entra. Ela trata da servidão a que os judeus estavam submetidos em seu exílio na Babilônia. Mas é dos judeus que os intérpretes estão falando? Não parece. Não quando vemos quem são os intérpretes, e como eles se expressam. No vídeo abaixo, chama a atenção a falta de sorriso no semblante da principal vocalista. Na verdade, ninguém sorri. Não é uma música alegre. É um lamento. E uma denúncia. Nós vemos aqui pessoas negras, que tomam para si as dores que outro povo viveu há dois milênios e meio. Em vez do Eufrates ou do Tigre, os famosos rios da Babilônia, poderíamos estar ouvindo falar do Mississípi. Do Missouri, do Rio Grande, do Hudson. Poderia ser o Amazonas, o São Francisco, o rio Paraná, o Tietê, o Paraíba do Sul. Todos os rios em cujas margens tantos milhões trazidos da África já se sentaram e choraram a saudade de sua terra natal, a dureza e a crueldade de seu cativeiro. E de seus captores. Sim, seus captores cristãos, que mais que todos deveriam entender a enormidade do seu crime. Mas não. Seus captores, sem se dar conta de que, nas palavras de seu mais precioso livro, os “homens perversos” agora são eles, pedem que seus cativos cantem pra eles, toquem pra eles, dancem pra eles. “Vocês são bons de ritmo; continuem, nós apreciamos muito sua arte. Mas não ousem, claro, julgar-se iguais a nós”. Primeiro como escravos, depois como serviçais contratados sob demanda, ou mesmo como artistas de sucesso – afinal, cumpriam bem sua função de entreter – a história da música negra na América (toda ela) bem que poderia em grande parte ser resumida desse modo.
Claro que essa é uma interpretação minha. Mas eu passei por uma curiosidade adicional. Mostrei o vídeo e a letra pra minha filha. Do alto de seus meros oito anos, então, ela me disse: “Eles estão falando da escravidão que viveram aqui, depois de capturados na África. Estão falando do que nós fizemos a eles”. Embora o exílio babilônico seja assunto corrente em qualquer escola dominical ou sabatina, não passou pela cabeça de minha filha que aquelas pessoas negras estivessem cantando outra coisa que não suas próprias dores, sofridas sob o jugo da escravidão ou da discriminação.
Uma pesquisa posterior me revelou que essa canção tem origem ainda mais antiga que seu estrondoso sucesso com o grupo Boney M. em 1978. Trata-se de uma composição rastafári jamaicana, o que explica ainda melhor sua vinculação aos temas bíblicos, e é de 1970. Ainda assim, minha leitura, acho, não se invalida. Afinal, essa é a beleza da arte: ela se presta a múltiplas intenções, expressões e impressões. A minha impressão tornou essa canção muito valiosa e, como eu já disse, muito tocante pra mim. E hoje, 12 de maio, véspera da Abolição, tema que me é muito caro, inclusive pela negligência a que a data tem sido relegada em nosso Brasil sem memória histórica, sinto-me ainda mais movido a partilhar o sentido e a beleza que os rios da Babilônia agora me inspiram.
Por amor à brevidade, despeço-me com as palavras do outro salmo citado na canção. Que elas nos mantenham vigilantes, e nos guardem, para sempre, de assumir o papel de perversos opressores de nossos irmãos.
As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu! – Salmo 19:14
segunda-feira, 11 de maio de 2020
O Capitão América e a França
Os Supremos by Mark MillarMy rating: 5 of 5 stars
View all my reviews
Inferno: O mundo em guerra 1939-1945 by Max HastingsView all my reviews
quarta-feira, 10 de abril de 2019
31 de março de 1964: Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 1) Foi golpe?
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 2) Foi errado?
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 3) Foi ditadura?
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
Dito isso, vamos aos fatos: o Brasil de 1964, bem como toda a América Latina, era palco de uma disputa de vida ou morte entre Estados Unidos e União Soviética. Esta tentava espalhar sua revolução comunista por todo o mundo, com grande sucesso na Europa, Ásia e África. Conquistar a América Latina – e o Brasil em especial – seria praticamente encurralar os Estados Unidos no seu próprio quintal. O Tio Sam não podia aceitar isso de jeito nenhum, e perder o Brasil nessa disputa era perder metade do jogo. Tinha toda razão o embaixador americano que avisou a seu presidente: “Se o Brasil for perdido, não será outra Cuba, mas outra China, em nosso hemisfério ocidental.”
Ocorre que o Brasil caminhava a passos largos na direção de se tornar um vassalo de Moscou, ou de Pequim, tendo seu próprio governo como um dos principais vetores dessa guinada à esquerda socialista de tintas revolucionárias. Somente os patifes e os desonestos fingem não saber que esse caminho tornaria um Brasil um inferno na terra. Aconteceu com todos os países que trilharam esse caminho antes e com todos que o fizeram depois; por que teria sido diferente aqui? Embora os urubus não cantem, e eu não possa – nem ninguém pode – garantir que sem o golpe militar o Brasil se tornaria comunista, é possível dizer que o risco era, sim, bastante grande. E o que eu posso dizer, sem o mínimo medo de errar, é que, se o sonho do socialismo tivesse se realizado aqui, quando acordássemos dele viveríamos o pesadelo de contar mortos não às centenas – como o fez a Comissão da Verdade –, mas aos milhões, como no Vietnã e no Camboja, ou mesmo às dezenas de milhões, tal como ainda se conta na Rússia e na China.
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 8) “Ditadura nunca mais!”
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
Ante a ideia de alguém “comemorar” o golpe de 1964, essas almas puras, esses ardorosos defensores dos direitos humanos se enchem de sacrossanto horror, mas acham lindo que seus partidos de esquerda – PSOL, PT, PSTU, PCdoB et caterva – comemorem com todas as pompas e honras de Estado, com presença de presidentes e ex-presidentes da República, no Congresso Nacional e nas universidades: a Revolução Russa de 1917, a Revolução Cubana de 1959, a Revolução Maoista e a Revolução Cultural chinesas, fora o resto. Eles não coram de vergonha, não exigem silêncio e não condenam ao ostracismo seus políticos de estimação – Manuela d’Ávila, Dilma, Lula, Haddad, José Dirceu, Boulos –, toda essa gente que canta em prosa e verso as glórias de regimes que foram ou ainda são tão hediondos quanto o próprio nazismo.
São as pessoas do “mais amor, por favor”, do #elenão, mas que passaram vinte anos tripudiando de quem avisava que o regime de Chávez trilhava o caminho de toda revolução socialista: repressão, pobreza, miséria, morte, escravidão e di-ta-du-ra. Hoje, confrontados com o horror vivido pelos nossos irmãos venezuelanos, olham para o lado, acabrunhados, como se não tivessem nada com isso, ou, os mais cínicos e psicopatas, culpam os ianques, culpam Bolsonaro…
É preciso ser muito canalha para dizer “Ditadura nunca mais!” e se derreter em elogios diante de qualquer propaganda esquerdista acerca das “conquistas sociais” de Cuba, onde
• é proibido existir qualquer partido que não seja o Comunista;
• é proibido editar, publicar ou ler qualquer jornal que não seja previamente aprovado pelo Partido Comunista;
• é proibido acessar a internet livremente;
• é proibido fazer qualquer manifestação, por qualquer meio que seja, contrária ao governo.
É preciso ser muito patife pra louvar a educação cubana, cuja universalidade traz embutida a doutrinação partidária e revolucionária obrigatória sobre todas as crianças, praticamente desde o berço; cujo conteúdo é rigidamente controlado por um governo que proíbe terminantemente que os cidadãos – incluídos aí os estudantes! – leiam qualquer livro que possa remotamente ameaçar o controle ideológico do partido sobre sua mentes desde o primeiro olhar que estas lançam sobre o mundo. Só um degenerado moral pode enxergar nisso um modelo a ser invejado e elogiado.
Onde estavam esses amantes da liberdade quando Tarso Genro devolveu a Fidel Castro, em 2007, dois boxeadores cubanos que queriam fugir daquele inferno? Por que essa gente acha normal que as pessoas sejam proibidas de ir embora de Cuba se assim desejarem? Por que elas acusam de vendidos e traidores as centenas de milhares de cubanos que fugiram para a Flórida, em vez reconhecer como ditadura o regime que as fez abandonar sua pátria em busca de uma vida com li-ber-da-de e uma chance de escapar da miséria?
Por que militantes do PCdoB – da meiga lute-como-uma-garota Manuela d'Ávila –, do PT e do PCR foram hostilizar e agredir Yoani Sánchez quando ela visitou o Brasil? Pra piorar, na Câmara dos Deputados, em pleno 2013 – governo Dilma, guerreira, quase mártir da liberdade! (#sqn) –, Yoani foi hostilizada e boicotada por todas as bancadas de esquerda, em vez de recebida e amparada pelo que ela era: das milhões de vozes oprimidas na ilha presídio do Caribe, praticamente a única que achou uma brecha que a ditadura cubana não pôde tapar a tempo de calá-la.
Na mesma ocasião, nas redes sociais, uma avalanche de acusações falsas foram feitas contra a moça; cataratas de loas, odes e declarações de amor eterno derramaram-se sobre Cuba, Fidel, Che e la Revolución. Deu-se o mesmo em todas as universidades maconheiras federais. Tudo isso feito pela mesma grei dos que futuramente votariam em Haddad porque perigam sofrer um AVC só de ouvir a expressão “colégio militar”. Como essa gente tem a cara de pau de dizer “Ditadura nunca mais!”?
O que de fato eles querem dizer é: “Ditadura deles nunca mais! Agora, só a nossa!” A esquerda jamais se incomodou com ditaduras. Desde Marx, pelo menos, a expressão “ditadura do proletariado” nunca foi mera força de expressão. Ela sempre carregou consigo todo o peso que a palavra ditadura impõe. Antes de 1964, todas as revoluções socialistas instauraram ditaduras, e em nenhum caso isso foi, para eles, um resultado surpreendente, inesperado, indesejado. Isso jamais foi visto como um desvio dos propósitos e dos princípios originais. Os comunistas acusavam-se uns aos outros de tudo, nunca de ter pervertido o desejo original de liberdade e democracia dos revolucionários. Eles nunca desejaram nem esperaram tais coisas. Consultem todos os documentos e manifestos das organizações de esquerda que combateram a ditadura militar: vocês não verão a palavra democracia ser mencionada. Nunca. Jamais.
O socialismo desejado por Brizola era uma ditadura. O socialismo desejado por Francisco Julião era uma ditadura. O socialismo desejado por Luís Carlos Prestes era uma ditadura. O socialismo desejado por José Dirceu, João Amazonas, José Genoíno, Fernando Gabeira, Dilma Roussef, Franklin Martins, Carlos Lamarca, Carlos Marighella e tantos mais era uma ditadura. Aquela luta jamais foi entre uma ditadura militar e uma democracia socialista e libertária. Foi entre uma ditadura que estava no poder e outra que queria tomá-lo.
O ódio que a esquerda socialista tem da ditadura militar não é o ódio que amantes da liberdade têm dos que a esta sufocam e trucidam. É o ódio de quem teve o seu sonho roubado: o sonho de vingar todos os séculos de desigualdade, opressão e exploração enforcando o último burguês nas tripas do último padre; de ver realizada sua própria ditadura liberticida, sua própria chance de dizer quem morre e quem vive; de negar aos vivos o direito de escolher um modo de vida capitalista, consumista, individualista, egoísta; de moldar toda a sociedade à imagem do “novo homem” socialista, desapegado, coletivista, altruísta; de condicionar as crianças a ver o mundo unicamente sob essa ótica totalitária; de mandar para campos de “reeducação” e trabalhos forçados todos que não aceitam a utopia da igualdade; de manter estrita vigilância sobre a população pra garantir que ninguém se desvie do bom caminho; de concentrar toda atividade econômica nas mãos do Estado e, como Frei Betto, achar lindo ver que ao povo (cubano, no caso) resta apenas conformar-se com uma “pobreza nobre e operosa”, eufemismo para irremediável miséria.
Por terem privado desse sonho hediondo os socialistas que morreram na luta, e porque os sobreviventes sabem que a roda do tempo girou e já é tarde demais pra que eles desfrutem de sua terra prometida, os militares jamais serão perdoados. Também não serão perdoados os que, a despeito de toda crítica e repúdio às ilegalidades e violações cometidas, sentem algum alívio de saber que os militares afastaram o Brasil do destino dantesco que o espreitava.
Se você é de esquerda, só me venha com “Ditadura nunca mais!” quando estiver disposto a reconhecer que o ideário comunossocialista é tão tirânico e assassino quanto o nazifascista; que os defensores do socialismo merecem o mesmo respeito que os adeptos do nazismo; que partidos socialistas/comunistas deveriam ser considerados ilegais, tanto quanto o são os fascistas/nazistas; que o símbolo da foice e do martelo deveria ser proscrito junto com a suástica; que Marx, Engels, Lênin, Stálin, Trótski, Mao, Fidel, Che, Chávez e Maduro deveriam ser tidos como flagelos da humanidade da laia de Hitler, Mussolini, Himmler, Göring e Röhm; que Brizola, Darcy Ribeiro, Paulo Freire, Leonardo Boff, Frei Betto, Marilena Chauí, Lula, Dirceu, Dilma, Haddad, Manuela d’Ávila e Guilherme Boulos – aliados, simpatizantes, partidários e propagandistas daqueles líderes socialistas e de seus regimes genocidas – deveriam ser tão execrados quanto Gentile, Rosenberg e Goebbels. Caso contrário, seu “Ditadura nunca mais!” é apenas a expressão de sua ignorância pretensiosa ou de sua hipocrisia sociopática.
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 9) Socialistas nutella
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
É perfeitamente possível conciliar fascismo e nazismo com tolerância e igualdade. Basta não repetir os erros e desvios das tentativas malsucedidas. Se ser fascista é desejar uma sociedade menos individualista, mais solidária e mais voltada a promover os valores comuns de nossa nação, eu sou fascista. Se ser nazista é trabalhar pelo melhoramento contínuo do ser humano, nos planos físico, mental e espiritual, tanto de indivíduos como de toda a coletividade nacional, e mais, estender esse melhoramento para além das fronteiras nacionais, então eu sou nazista. Quem pode ser contra isso? Apenas os que insistem em se agarrar ao individualismo, ao egoísmo, à desagregação e alienação social; os mesmos que enriquecem pela especulação financeira e pela exploração da verdadeira classe trabalhadora, cujo progresso acabaria com sua dominação sobre ela.
Nos dois parágrafos anteriores, troquem as palavras fascismo, tolerância, nazismo e igualdade por socialismo, liberdade, comunismo e democracia, respectivamente. Troquem Hitler por Marx, ou Lênin, ou Stálin. De certo modo, tanto faz. Troquem Mein Kampf por Das Kapital ou pelo Manifesto Comunista. Troquem Rosenberg, Heidegger e Gentile por Engels, Sartre e Gramsci. As descrições edulcoradas do nazifascismo podem ser trocadas por declarações do tipo “Ser socialista/comunista é lutar pela igualdade, pelo fim da exploração do homem pelo homem, pelo fim da opressão; como alguém pode ser contra isso?” que tanto esquerdinha nutella declama no Face tendo arcos-íris, corações e ursinhos carinhosos ao fundo.
Não falta quem diga que o comunismo não oferece mais risco, que isso é coisa da Guerra Fria. Pode ser. Mas isso não impede que essa esquerda socialista nutella “do bem” aproveite toda oportunidade que lhe aparece para demonstrar seu apoio ao que existe de pior na humanidade hoje. Por exemplo: o Levante Popular da Juventude declara apoio a Maduro, porque este promete levar adiante a Revolução Bolivariana (o tal Socialismo do Século 21, de Chávez) na Venezuela; o PT, o PCdoB o PSOL e outros partidos de esquerda, dos “moderados” aos revolucionários, reforçam esse apoio com recursos muito mais relevantes do que dancinhas de maconheiros em DCEs infestados de retardados mentais; os eleitores desses partidos expressam esse apoio nas redes sociais; os movimentos feministas, LGBT, quilombolas, indígenas e negros aderem à luta contra o imperialismo ianque; os artistas, psicólogos, sociólogos, professores, todos os luminares das “humanas” empenham seu prestígio, sabedoria, sensibilidade e empatia na condenação ao capitalismo que quer esmagar mais uma luta legítima pela libertação de um povo das garras da opressão. E a mesma cantilena se repete: mais uma ditadura assassina ganha licença moral para censurar, cassar, perseguir, prender, torturar e matar seus opositores, porque estes são inimigos do socialismo, que só quer o bem, a igualdade e o fim da exploração. E quando fica escancaradamente óbvio que, de novo, nada se criou senão outro monstro autoritário, a esquerda “do bem” sai de fininho dizendo que aquilo não é com ela porque Maduro não é socialista de verdade, porque não houve Revolução (com maiúscula, viu?) de verdade na Venezuela, porque Chávez morreu e o processo ficou incompleto… Enquanto isso, a esquerda psicopata espalha que a Revolução foi sabotada pela CIA. De novo.
Não é só isso. Para ficar contra o capitalismo, e seu maior representante, os Estados Unidos, os socialistas do bem aderem às narrativas mais porcas: os cubanos fogem da ilha por causa da propaganda maligna anticomunista da CIA; a tirania de Cuba contra seus próprios cidadãos não comove esses anjos de empatia e “mais amor, por favor”; a aliança dos governos petistas com Cuba, Venezuela, Líbia, Síria, Hamas, Hezbollah e Irã é a coisa mais linda, pois é antiamericana.
Outro caso emblemático: o Estado Islâmico degola perante as câmeras dezenas de pessoas, assassina milhares de outras e persegue, para exterminar, uma etnia inteira, a yazidi, que foge para as montanhas; os Estados Unidos bombardeiam o Estado Islâmico para dar aos yazidis tempo de fugir até que chegue ajuda internacional; Dilma concede entrevista em solo americano e, orientada por Marco Aurélio Garcia, mentor petista para assuntos internacionais, critica quem? Os malditos imperialistas ianques, claro! Apoiar Dilma e o PT é apoiar gente que prefere ver um povo inteiro ser varrido da face da Terra, desde que isso mine a influência americana no mundo. Socialistas, feministas e esquerdistas do bem não ligam. Mexer com Dilma é mexer com todxs.
O Irã já prometeu inúmeras vezes varrer Israel do mapa e financia o Hezbollah e o Hamas, que se dedicam à destruição de Israel. Mas para toda a corja socialista latinoamericana, a brasileira incluída, Israel e Estados Unidos é que são os grandes opressores quando impõem sanções contra o programa nuclear iraniano. O Hamas usa crianças, mulheres e idosos como escudos humanos; usa seus próprios hospitais e escolas infantis como depósitos de bombas e munição; assassina qualquer palestino que ouse discordar de seus métodos. Tudo isso enquanto Israel protege por todos os meios possíveis a própria população, tem um regime realmente democrático onde árabes muçulmanos têm vez e voz no parlamento. Mas é Israel o grande e malvado opressor, porque é aliado dos americanos.
O mundo islâmico oprime como nenhum outro suas mulheres e suas minorias: gays, imigrantes, cristãos, judeus, “infiéis” de todos os tipos. No entanto, a esquerda cultural, “do bem”, que é apenas cria do socialismo antiamericano, antiburguês, anticapitalista, antiocidental, não perde oportunidade de condenar nosso machismo, nossa “cultura do estupro”, nossa homofobia, nossa xenofobia, nossa intolerância. Pior: toda crítica nossa ao Islã e sua cultura majoritariamente intolerante é condenada por essa esquerda nutella, nela incluída as feministas e a militância LGBT, como islamofobia. Enforcamento de gays e apedrejamento de mulheres não é coisa tão grave, desde que você pertença a uma cultura inimiga do Grande Satã, os Estados Unidos.
Meu ponto, com os exemplos acima, é demonstrar que esse socialismo light, essa esquerda pós-Guerra Fria, essa turma do bem, que só quer um mundo melhor, está longe de ser inofensiva. Um misto de ignorância e farisaísmo neopuritano, este alicerçado em valores “progressistas”, fez essas pessoas, no Brasil, elegerem para quatro mandatos consecutivos um governo que, ao contrário do que discursava em público, nunca teve o mínimo compromisso com democracia, liberdade, pluralidade ou honestidade; nem mesmo com a vida.
Numa rede de alianças que envolvia o PT, o PCdoB e, via Foro de São Paulo, muitos outros partidos de esquerda do Brasil e da América Latina; ditaduras e ditadores (ou aspirantes a ditadores) em Cuba, Venezuela, Equador, Uruguai, Argentina, Honduras e Nicarágua; narcoguerrilhas como as FARC; cartéis de drogas amparados por governos de Bolívia, Venezuela e Cuba; redes terroristas com ambições nucleares interligando Irã, Hezbollah, Hamas, Venezuela, Argentina e Cuba; cartéis de empreiteiras beneficiadas com bilhões do dinheiro público brasileiro para financiar o “empoderamento” de ditaduras amigas – ditaduras mesmo! – na América Latina e na África; em tudo isso os socialistas igualitários do bem sustentaram um esquema internacional de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, enriquecimento ilícito de megaempresários e de ditadores truculentos, fortalecimento de ditaduras e suas práticas de perseguição, censura, tortura e assassinato dos dissidentes, terrorismo e corrida armamentista nuclear; promoveram a explosão da criminalidade, não só no Brasil, mas também no México, estuário para os Estados Unidos da cocaína boliviana que, usando nosso espaço aéreo, fazia escala na Venezuela e em Cuba, enriquecendo os respectivos ditadores desses países; jamais quiseram realmente saber porque o PT pagou os advogados dos assassinos de Celso Daniel; fingiu que Cristina Kirchner nada teve a ver com as pessoas assassinadas por denunciarem envolvimento iraniano nos atentados do Hezbollah a edifícios de comunidades israelitas em Buenos Aires; fora o resto.
Pessoas que fazem vista grossa diante de crimes tão graves – que vão do âmbito individual ao coletivo, e daí ao internacional – e ainda se dizem de esquerda porque a direita é do mal, é preconceituosa, não tem empatia pelo oprimido, é pró-ditadura, são pessoas doentes. São degenerados morais. Nenhum Bolsa-Família, nenhum Prouni, nenhum FIES justifica apoiar um governo que faz essas coisas. Quem apoia governos criminosos porque estes oferecem “benefícios sociais” está vendendo sua primogenitura por um prato de lentilhas. Eu entendo que pessoas carentes façam isso. Tudo o que descrevi acima é coisa totalmente fora da esfera de consciência de quem apenas luta pra sobreviver. Mas que intelectuais e pessoas instruídas façam isso é imperdoável. Estas pessoas estão vendendo a própria liberdade e, pior, a do povo pobre e simples em nome de sua tara socialista, que perdoa qualquer crime desde que este acene com a realização daquele sonho igualitário, o tal mundo melhor.
Socialista raiz é o ator pornô, o que faz todas aquelas coisas não muito respeitáveis nas… hã… obras audiovisuais do gênero. Socialista/esquerdista nutella é o adolescente espinhento que tranca a porta do quarto pra que a mãe não o flagre se refestelando ao ver aquele ator em ação. A diferença acaba aí.
10) “Vá estudar história!”
31 de março de 1964: 10) “Vá estudar história!”
Algumas considerações.
1) Foi golpe?
2) Foi errado?
3) Foi ditadura?
4) O regime militar salvou o Brasil do comunismo?
5) Ter combatido o comunismo redime o governo militar de seus crimes?
6) Golpe é golpe. É sério que não é errado nem certo?
7) Havia alternativa ao golpe e à ditadura militar?
8) “Ditadura nunca mais!”
9) Socialistas nutella
10) “Vá estudar história!”
Destaque
Todas as famílias da Terra
Grandes foram as civilizações da Mesopotâmia: Suméria, Acádia, Assíria, Babilônia; imortais, os seus nomes: Gilgamés, Sargão, Hamurábi, Assu...
-
Eis um assunto tão problemático que nem sei se devia abordá-lo. Não porque eu tenha medo dele ou o ache tabu, mas por dois motivos: é muito...
-
Este blog não poderia começar melhor do que mencionando minha filha. Ela me fez escrever estas linhas. Que já dançavam na minha mente há m...
-
Junto aos rios da Babilônia nós nos sentamos e choramos com saudade de Sião. Ali, nos salgueiros penduramos as nossas harpas; ali os nos...

